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Marketing On e Offline: Se não consegue vencer seu inimigo, junte-se a ele

O Marketing se transformou. Do offline, evoluiu para o online. Mas o interessante aqui é entender que a existência de um não acabou com o outro, mas complementou.





O marketing tem um propósito bem claro. Há décadas — na verdade, há mais de 100 anos — essa ferramenta, que já é considerada uma ciência, aproxima marcas e produtos de consumidores.


A forma com que o Marketing faz isso também é bem clara: diálogo, mensagem… Tudo aquilo que sempre ouvimos sobre emissor e receptor.


Mas, percebe que tudo é bem simples? São meros conceitos, livres de amarras temporais: atrair um público-alvo com uma mensagem.


É justamente por isso que essa ciência evolui tanto e em uma velocidade absurda. Se ontem tínhamos jornais, revistas e televisões para ostentar o estandarte do Marketing, hoje temos… Tudo.


Do joguinho que você baixa no celular para passar o tempo, e que mostra anúncios toda vez que você inicia uma fase; àquele anúncio de tênis que invade todas as suas redes sociais só porque você pesquisou uma única vez sobre tal modelo — e na verdade, nem queria comprar.


O Marketing se transformou. Do offline, evoluiu para o online. Mas o interessante aqui é entender que a existência de um não matou o outro. Na verdade, os dois coexistem e, às vezes, funcionam perfeitamente quando aplicados juntos.

E neste artigo, resolvemos explicar os porquês dessa relação. Confira:


A Vida e Morte do Marketing Offline


O Marketing Offline despontou em uma época de pleno crescimento do consumo, encaixando-se em quaisquer mídias possíveis:

Jornais;

Rádio;

Revistas;

Outdoor;

Panfletos;

Telefones;

Televisão;


E mesmo, as antigas malas diretas, que chegavam (e ainda chegam!) em sua caixa de correspondências.


O objetivo era atingir o máximo de pessoas possível. Quanto mais fossem impactadas, mais delas se tornariam consumidoras. Para a época, a lógica até fazia sentido, o problema era o investimento para isso: quer que sua marca apareça para mais pessoas? Então pague (muito) mais.


O ápice do marketing offline foi nos anos 80 e começo dos 90. As casas possuíam televisores, que eram o centro da residência, e também começavam a adquirir seus primeiros telefones. Pessoas ouviam a rádio. Jornais circulavam em grandes quantidades, assim como revistas.


Nessa época, o diálogo era amplo, profundo e multifacetado. Anúncios cobriam duas páginas de uma revista ou ocupavam 1 minuto inteiro da programação televisiva, como é o caso do clássico comercial “1984”, da Apple, exibido no intervalo do Super Bowl do ano que intitula a peça.


Só que, claro, o império não durou.


No fim dos anos 90, as plataformas e soluções digitais (muito influenciadas por essa mesma Apple) começaram a tomar lugar, pouco a pouco invadindo a rotina das pessoas: primeiro, em seus empregos; depois, em suas casas com os desktops; então com os celulares, notebooks, smartphones, tablets, smartwatches, home assistants e por aí vai.


Esse movimento não só transformou a economia mundial e empurrou de forma meteórica novas empresas rumo ao topo das mais rentáveis e bem-sucedidas, mas redirecionou a atenção das pessoas.


Televisores já não eram o foco, haviam perdido o status de “altares” das residências. O caminho de ida ou volta do trabalho já não significava tempo hábil para ler um jornal ou desfrutar das reportagens de uma revista mensal.


Ou seja, antigas e eficientes estratégias de marketing offline não traziam os mesmos resultados. Na verdade, cada vez mais, agonizavam por algo relevante…


A morte do Marketing Offline parecia certa.


Marketing Online: Uma Nova Esperança


Mas, na verdade, essa morte nunca aconteceu. O que aconteceu foi um desmembramento.


As plataformas digitais surgiram como um refresco geracional e engajaram milhões e milhões de pessoas. O terreno era fértil: imagine, se deparar com uma rede onde as pessoas investem horas e horas da sua vida. Todas procurando por coisas de seu interesse, escrevendo e lendo sobre isso, consumindo vídeos, artigos e tudo mais.


A revolução não demorou para começar.

Sites e blogs começaram a liberar espaços publicitários entre suas publicações; as caixas de e-mail se encheram de ofertas; e-commerces floresceram; as redes sociais incrementaram a narrativa de vida das pessoas.


Tantas possibilidades trouxeram duas coisas especiais: oportunidade para inovar (algo que se mantém até hoje) e algo muito querido pelos analistas de marketing online, a segmentação.


Você já percebeu o tanto de informação sua que é possível captar na internet? Nome, e-mail, endereço, dados sensíveis, o que você gosta, o que não gosta, o time que você torce, a série que é fã… Enfim, é possível saber tudo.


E foi essa característica que transformou a forma de fazer o Marketing.


Se antes o diálogo era amplo e profundo, agora ele é ultra-direcionado e objetivo; não há uma necessidade latente de convencer o consumidor, mas de pescá-lo com a melhor oferta e oferecer uma experiência do cliente memorável.


A tendência? Se nossa experiência conta algo, é que o Marketing Online, ou Marketing Digital, só tende a crescer. O ambiente online já não é um “advento” ou coisa assim, é uma realidade profundamente estabelecida, parte do dia a dia de todo mundo.

Por isso, é preciso ficar bem atento aos movimentos das plataformas e suas mudanças, assim como no próprio público; suas vontades e anseios orbitam um universo de big-bang: uma explosão constante, repleta de evoluções e novidades.


Marketing Online + Offline, Ou: Se não consegue vencer seu inimigo, junte-se a ele


Lá em cima, nós adiantamos: o marketing online e offline coexistem.

O segundo sem tanto apelo quanto antes, mas ainda crucial para que certas ações de marketing tenham resultado. Se unidas com marketing online? Os resultados dessas ações tendem a ser ainda melhores.

Ou seja, uni-las é a garantia de uma abordagem ampla, mas ao mesmo tempo focada, com potencial das clássicas ações de guerrilha de viralizar e, de forma cíclica, turbinar sua estratégia online.

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